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Arquidiocese de Feira de Santana diz que padre Carlos Vianey Oliveira não tem condições de exercer atividades pastorais

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Em nota divulgada quarta-feira (31/05/2017) pela Arquidiocese de Feira de Santana, a circunscrição eclesiástica da Igreja Católica esclarece a situação do padre Carlos Vianey Oliveira, afirmando que o clérigo “não tem condições de exercer as atividades pastorais por questões que não convém mencionar aqui, por se tratar de foro íntimo, salvaguardadas pela disciplina da Igreja Católica.”.

A entidade religiosa afirma que tem atuado no sentido de atender as necessidades humanas do padre Vianey. Mas, alerta que “enquanto o sacerdote não mudar a postura em relação à obediência aos superiores, cuidar da boa fama dos colegas de sacerdócio e pregar com prudência, fidelidade ao magistério e respeito à Assembleia Litúrgica, a Arquidiocese de Feira de Santana mantém a prudência em não designá-lo para uma atividade pastoral específica.”.

A nota da Arquidiocese é assinada pelo Conselho Presbiteral, formado pelos monsenhores José Nery de Almeida e Luiz Rodrigues, e pelos padres Edimundo Almeida dos Santos, Gilvan Pereira Brito, Gerson Pereira Figueiredo, Francisnário de Araújo Soares, Hipólito Gramosa dos Santos e João Eudes R. de Jesus.

 

Indigência

Setores da imprensa divulgaram, recentemente, que o padre Carlos Vianey estaria passando necessidade ao ponto de indigência, fato negado pela entidade religiosa.

 

Confira a ‘Nota de Esclarecimento da Arquidiocese de Feira de Santana

 

A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade. (Papa Francisco, Carta por ocasião do 51° Dia Mundial das Comunicações Sociais).

 

A ARQUIDIOCESE DE FEIRA DE SANTANA, diante de reportagem veiculada pelo repórter Sotero Filho no programa Ronda Policial da Rádio Subaé AM, sente-se no compromisso de esclarecer algumas falas proferidas pelo Padre Carlos Vianey, pelo bem da verdade, da justiça e da misericórdia.

1)            O Padre Carlos Vianey Oliveira não está suspenso de Ordem, porém, não tem condições de exercer suas atividades pastorais por questões que não convém mencionar aqui, por se tratar de foro íntimo, salvaguardadas pela disciplina da Igreja Católica.

2)            Foram-lhe oferecidas diversas oportunidades de um acompanhamento espiritual e outros para o bem do referido sacerdote e para um exercício ministerial que faça bem ao povo de Deus. Infelizmente, o Padre Carlos Vianey não aceitou nenhuma ajuda nessa direção.

3)            A Arquidiocese cumpre, rigorosamente, o cuidado com a vida do referido padre em todos os seus aspectos assim como de todo o seu presbitério. A Pastoral Presbiteral o acompanha em outras necessidades pessoais.

4)            Por fim, enquanto o sacerdote não mudar sua postura em relação à obediência aos seus superiores, cuidar da boa fama dos colegas de sacerdócio e pregar com prudência, fidelidade ao magistério e respeito à Assembleia Litúrgica, a Arquidiocese de Feira de Santana mantém a prudência em não designá-lo para uma atividade pastoral específica.

Outrossim, a Arquidiocese de Feira de Santana reitera seu compromisso com a verdade dos fatos e solicita a mesma postura dos órgãos de imprensa da nossa cidade e está sempre á disposição para todos os esclarecimentos que lhes fizerem necessárias. Com as palavras do Papa Francisco, esperamos ter esclarecido a questão: “Aliás, num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero (Carta pelo dia mundial das comunicações 2017).

 

 

POR: CARLOS AUGUSTO

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